Fazem 2 domingos. E todos os dias entre eles. Parece uma eternidade e, ao mesmo tempo, parece que foi ontem. Eu ainda sinto falta da nossa rotina. Ainda não me adaptei aos dias sem você. Ainda busco seu olhar. Seu riso. Ainda espero sentir você respirando pelo meu corpo, percebendo cada nuance do meu cheiro, experimentando meu sabor. É estranho como a ausência de alguém não ocupa só espaço. Ocupa horário. Ocupa hábito. Ocupa partes inteiras da gente. E eu fico me perguntando se isso passa. Será que vai passar? Será que eu vou esquecer? E em que momento exatamente a dor deixa de ser presença constante e vira só lembrança? Porque agora tudo ainda parece muito vivo. Muito perto. Muito aberto. E eu quero tanto esquecer. Quero tanto virar a página. Quero tanto superar. Mas talvez a pior parte não seja a saudade. Talvez seja essa sensação de que o mundo continua funcionando normalmente enquanto, dentro da gente, alguma coisa ainda está caída no chão. Sei que só o tempo. E é engraçado como a ...
Tem dias que as horas se arrastam… essas 48h não passam... Eu penso em você o tempo todo, e toda hora confiro se você me enviou uma mensagem… mas você não me respondeu mais. Acho sua força incrível… eu não teria nem metade dela… eu não tô tendo. Tranquei sua conversa, silenciei as notificações… mas ainda assim, toda hora eu olho mais uma vez. E é sempre a mesma coisa: nada. Você tomou uma decisão e deve ter sido a decisão certa. Mas como essa merda dói! Nossa! Como dói! Mas acho que tá na hora de tomar a minha: não buscar mais notificações. Seguir. Eu poderia ter relevado. Você também. Mas, mais uma vez, nos negamos. Como pudemos ser tão burros? Trocar algo tão lindo e doce por… pelo quê mesmo? Me parece que não valeu a pena. Mas enfim… agora é tarde pra repensar. Até porque… repensamos tantas vezes e como você disse: não saímos do lugar. 48h se passaram… sim, eu estou contando.