Pular para o conteúdo principal

Meus Livros

Estou muito feliz em compartilhar com vocês que meu livro As Donas da P**** Toda está disponível para compra! Sei que muitas de vocês acompanham minha jornada e se identificam com os temas que abordo, como empoderamento feminino, superação, e os desafios de recomeçar a vida. E foi pensando em cada uma de vocês que escrevi esse livro, que traz um pouco mais da minha história e reflexões.

Se você deseja adquirir o livro físico, basta acessar esse link ou visitar as principais livrarias. Além disso, estou disponibilizando alguns e-books em PDF para download gratuito, para que mais mulheres possam ter acesso a conteúdos que informam, inspiram e fortalecem!


Como adquirir meu livro:

  • Compra online: Mercado Livre
  • Em livrarias físicas: Disponível nas maiores redes de livrarias do país.

Baixe meus e-books em PDF gratuitamente:

Esses e-books são um presente para vocês, que me acompanham e fazem parte dessa comunidade tão especial. O conhecimento e a inspiração devem ser compartilhados, e é uma alegria enorme poder contribuir para o seu crescimento e bem-estar emocional.

Se tiverem qualquer dúvida ou quiserem compartilhar suas opiniões sobre o livro, estou sempre à disposição nos comentários ou nas minhas redes sociais.

Obrigada por todo o carinho e apoio de sempre!


Trecho do meu livro, com a música que marcou nosso casamento.




Comentários

Mais Vistas

A ridícula ideia de nunca mais te ver

Hoje a minha gata derrubou um livro da prateleira. Não foi qualquer livro. Caiu justamente aquele que virou meu amuleto desde que o Rafael morreu: “A ridícula ideia de nunca mais te ver” , da Rosa Montero. Esse livro, que eu ganhei da prima do Rafael (que no meu coração sempre vai ser também a minha prima Nat) me acompanhou pelas ruas mais tortas do luto. Ele andou comigo quando eu mal conseguia andar sozinha. Tem um trecho em que a Rosa fala de Fernando Pessoa, daquele verso em que ele diz que “o poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”. E então ela emenda: “talvez o escritor seja um sujeito mais ou menos louco, incapaz de sentir a própria dor se não fingir, ou se não construí-la com palavras. Com essas palavras que se combinam, que se completam, que nos consolam, que nos tornam minimamente calmos e conscientes de que ainda estamos vivos”. Eu li e pensei: é isso. É exatamente isso que eu faço aqui, neste blog. Aqui eu finjo a d...

Paz é parar de lutar contra a realidade

Tem uma fase do término que ninguém explica direito. A fase em que você já entendeu racionalmente que a relação acabou, que não fazia bem, que os dois estavam se machucando… mas emocionalmente ainda vive como se estivesse esperando alguma coisa voltar. Uma mensagem. Um arrependimento. Uma versão da história em que tudo finalmente faça sentido. E talvez o mais difícil de aceitar seja isso: algumas pessoas realmente conseguem ir embora sem olhar pra trás. Enquanto outras revisitam conversas, lembram de detalhes, tentam entender onde exatamente tudo desandou…  E eu acho que isso aconteceu com a gente. Perceber que o amor que eu sentia não existia aí do outro lado me quebrou inteira... mas a verdade é que você não gostava de mim, não o suficiente pra ficar. E você disse isso: "eu não te amo". Essa frase, esse momento, ficou ecoando na minha mente, em looping... acho que você nem precisava ter dito isso. Se você ia embora, porque ser tão cruel? Mas enfim... você já foi. E eu cont...

É minha culpa?

Tenho orgulho de mim. E talvez essa seja uma das frases mais difíceis que já precisei dizer olhando no espelho. Porque apesar de tudo… eu tô seguindo. Sigo trabalhando. Estudando. Treinando. Levantando da cama nos dias em que meu corpo parece feito de concreto e minha mente só quer silêncio. E eu até tive silêncio… um silêncio ensurdecedor do único lugar de onde eu queria ouvir alguma coisa. A Ana comentou que conversou com meu irmão, uns meses atrás, porque estava estranhando meu comportamento. Disse que eu sou uma pessoa falante… e que meu silêncio estava preocupando ela. Ela já sabia que algo tinha quebrado antes mesmo de eu perceber. Engraçado como quem realmente nos conhece… nos conhece. Tem gente que percebe quando o nosso riso muda de temperatura. Quando a gente pára de ocupar espaço. Quando começa a sobreviver baixinho. Eu tive momentos ruins pra caramba. Outros ainda piores. Mas também tive colo. O carinho das minhas amigas. A mão do meu irmão quando eu não conseguia andar...