Tô na merda, levei um pé na bunda. Chorei um dia inteiro. O olho ardeu, não comi, desidratei e minha cabeça explodiu. Latejava como se cada batida do coração viesse com um aviso sonoro: “acabou”. Senti medo. Senti culpa. Senti que não ia aguentar. Senti raiva, me senti traída e depois senti tudo isso de novo e de novo. Revisitei aquela noite maldita. Revisitei aquela manhã desastrosa. Desenhei outros finais. Alguns felizes, alguns menos felizes… e chorei ainda mais enquanto esperava sua resposta que eu sempre soube que não viria. Eu amo tanto que chega a doer o corpo e seu silêncio é uma lâmina que me atravessa a alma. Mas hoje? Hoje ainda é o dia 2. Ainda dói. Ainda tem aquele vazio no peito, a cama grande demais, o silêncio barulhento. Mas eu escolho escrever tristes textos e abraçar a minha dor como prova de que meu coração ainda pulsa. E, principalmente, eu escolho sorrir. Sorrir torto, cansado, meio falso. Sorrir até esse sorriso aprender o caminho de novo. “Ah, mas el...
🖤Transformando o limão mais amargo em algo parecido com uma limonada. Quando adolescente eu escrevia um diário em um caderno de capa amarela... o meu bote salva-vidas…🖤