Eu queria que ele parasse de me procurar.
Ou me achasse de vez.
Porque existe um tipo de ausência que dói menos do que uma presença pela metade.
Tem gente que vai embora. E tudo bem. A dor da despedida, por mais cruel que seja, um dia encontra um lugar para descansar. O problema é quem nunca vai embora de verdade. Quem aparece quando sente saudade, desaparece quando sente medo e volta quando percebe que você está conseguindo seguir.
É como viver com uma porta que nunca fecha e nunca abre completamente.
Você não sabe se espera, se esquece, se responde, se bloqueia, se interpreta o silêncio ou a mensagem de "oi, sumida" enviada às onze da noite.
E, aos poucos, a sua vida começa a girar em torno das migalhas de alguém que nunca teve coragem de oferecer um banquete.
Talvez o que eu deseje não seja nem ele.
Talvez eu deseje o fim dessa espera invisível.
Porque ser escolhida pela metade é uma forma muito silenciosa de rejeição.
Então eu queria que ele parasse de me procurar...
Ou me achasse de vez.
Que tivesse coragem de chegar sem reservas, sem plano de fuga, sem deixar uma mala pronta ao lado da porta.
Porque amor não é um jogo de esconde-esconde entre dois adultos.
Quem quer, encontra.
Quem encontra, fica.
E quem vive apenas procurando talvez nunca tenha, de fato, desejado encontrar.
Enquanto isso, eu sigo fazendo a única escolha que depende de mim: parar de me perder esperando que alguém finalmente decida me achar.
Ou me achasse de vez.
Porque existe um tipo de ausência que dói menos do que uma presença pela metade.
Tem gente que vai embora. E tudo bem. A dor da despedida, por mais cruel que seja, um dia encontra um lugar para descansar. O problema é quem nunca vai embora de verdade. Quem aparece quando sente saudade, desaparece quando sente medo e volta quando percebe que você está conseguindo seguir.
É como viver com uma porta que nunca fecha e nunca abre completamente.
Você não sabe se espera, se esquece, se responde, se bloqueia, se interpreta o silêncio ou a mensagem de "oi, sumida" enviada às onze da noite.
E, aos poucos, a sua vida começa a girar em torno das migalhas de alguém que nunca teve coragem de oferecer um banquete.
Talvez o que eu deseje não seja nem ele.
Talvez eu deseje o fim dessa espera invisível.
Porque ser escolhida pela metade é uma forma muito silenciosa de rejeição.
Então eu queria que ele parasse de me procurar...
Ou me achasse de vez.
Que tivesse coragem de chegar sem reservas, sem plano de fuga, sem deixar uma mala pronta ao lado da porta.
Porque amor não é um jogo de esconde-esconde entre dois adultos.
Quem quer, encontra.
Quem encontra, fica.
E quem vive apenas procurando talvez nunca tenha, de fato, desejado encontrar.
Enquanto isso, eu sigo fazendo a única escolha que depende de mim: parar de me perder esperando que alguém finalmente decida me achar.
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