O orgulho nos impede de perdoar. O orgulho nos impede de termos humildade. Com humildade simplesmente amamos Sem esperar retorno. Sem esperar que as pessoas se modifiquem para o mundo ficar melhor pra nós. Nós devemos fazer o mundo melhor, Cuidando do nosso interior.Não esperemos que tudo se acalme para que não tenhamos trabalho algum. Não esperemos que os outros plantem. Plantemos nossas árvores da compreensão. Plantemos nossas árvores da indulgência. Plantemos nossas árvores da fraternidade E colheremos amor. O amor universal que encherá esse planeta de bênçãos. Só assim teremos a felicidade plena, Quando construírmos nosso mundo interior numa base sólida chamada amor; Num amor chamado Jesus.
Hoje a minha gata derrubou um livro da prateleira. Não foi qualquer livro. Caiu justamente aquele que virou meu amuleto desde que o Rafael morreu: “A ridícula ideia de nunca mais te ver” , da Rosa Montero. Esse livro, que eu ganhei da prima do Rafael (que no meu coração sempre vai ser também a minha prima Nat) me acompanhou pelas ruas mais tortas do luto. Ele andou comigo quando eu mal conseguia andar sozinha. Tem um trecho em que a Rosa fala de Fernando Pessoa, daquele verso em que ele diz que “o poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”. E então ela emenda: “talvez o escritor seja um sujeito mais ou menos louco, incapaz de sentir a própria dor se não fingir, ou se não construí-la com palavras. Com essas palavras que se combinam, que se completam, que nos consolam, que nos tornam minimamente calmos e conscientes de que ainda estamos vivos”. Eu li e pensei: é isso. É exatamente isso que eu faço aqui, neste blog. Aqui eu finjo a d...
Comentários
Postar um comentário
Fala comigo: