O orgulho nos impede de perdoar. O orgulho nos impede de termos humildade. Com humildade simplesmente amamos Sem esperar retorno. Sem esperar que as pessoas se modifiquem para o mundo ficar melhor pra nós. Nós devemos fazer o mundo melhor, Cuidando do nosso interior.Não esperemos que tudo se acalme para que não tenhamos trabalho algum. Não esperemos que os outros plantem. Plantemos nossas árvores da compreensão. Plantemos nossas árvores da indulgência. Plantemos nossas árvores da fraternidade E colheremos amor. O amor universal que encherá esse planeta de bênçãos. Só assim teremos a felicidade plena, Quando construírmos nosso mundo interior numa base sólida chamada amor; Num amor chamado Jesus.
Sabe aquela história de tentar evitar tanto uma coisa, que no fim é exatamente isso que faz ela acontecer? Pois é. O sociólogo Robert K. Merton deu nome pra esse enredo que a vida adora encenar: profecia autorrealizável. Em resumo, é quando a gente acredita tanto em algo — mesmo que falso — e age de tal forma pra evitá-lo, que acaba transformando a própria crença em realidade. Mas Merton, coitado, talvez não tenha imaginado que um dia essa teoria viraria manual de instruções da vida emocional moderna. Porque, convenhamos, a gente vive criando catástrofes antes delas existirem. Fazendo cálculos emocionais pra que nada saia do controle — e, ironicamente, é isso que nos tira do eixo. A gente se antecipa. Quer prever o imprevisível. Quer se proteger do que nem chegou. E nessa ânsia de escapar da dor, de evitar o fim, a gente constrói com as próprias mãos o exato caminho até ele: É o garoto que tem tanto medo de ser traído que começa a desconfiar de tudo, vasculhar sinais, procurar ausência...
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