O prazer feminino é um ato político. Sempre foi. E, em certa medida, ainda é algo negado, silenciado, tratado como tabu.
Nosso corpo foi historicamente sexualizado: mas não para nós!!! Querem que sejamos objeto do desejo alheio, nunca donas do nosso próprio prazer.
Porque prazer é liberdade. E liberdade assusta.
Não nos querem livres. Não nos querem sensuais para nós mesmas, não nos querem conscientes da potência que habita entre nossas pernas e pulsa em nossa pele.
Porque prazer é liberdade. E liberdade assusta.
Não nos querem livres. Não nos querem sensuais para nós mesmas, não nos querem conscientes da potência que habita entre nossas pernas e pulsa em nossa pele.
Querem corpos domesticados, úteis, obedientes. Tão coisas que não importa se sentimos, importa apenas que sirvamos.
Podem nos bater, nos humilhar, nos controlar, nos exigir. O prazer feminino, para eles, é perigoso demais: porque rompe a corrente, porque revela um poder que não se deixa dominar.
Mas livres somos. Apesar de tudo.
Somos donas de nós, ainda que tenham tentado nos roubar isso de todas as formas. Aprendemos a transformar nosso corpo em território de luta, em bandeira de guerra, mas também em espaço de cura. Aprendemos a reivindicar o inimaginável: o Direito ao prazer.
E quando tocamos essa liberdade — a mais íntima de todas, a liberdade de sermos donas do que sentimos, do que queremos, do que gozamos — não há algema capaz de nos conter.
Mas livres somos. Apesar de tudo.
Somos donas de nós, ainda que tenham tentado nos roubar isso de todas as formas. Aprendemos a transformar nosso corpo em território de luta, em bandeira de guerra, mas também em espaço de cura. Aprendemos a reivindicar o inimaginável: o Direito ao prazer.
E quando tocamos essa liberdade — a mais íntima de todas, a liberdade de sermos donas do que sentimos, do que queremos, do que gozamos — não há algema capaz de nos conter.
Porque o nosso corpo é revolução.
E o prazer feminino é, simplesmente, a liberdade.

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